Lu Diwieth

hace 4 años · 1 min. de lectura · visibility ~100 ·

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Ayahuasca, consciência e negligência...

Ayahuasca, consciência e negligência...    Uma viagem à outra dimensão, um desafio a si mesmo, uma libertação, conexão com a fonte... Existem várias formas de descrever uma experiência com Ayahuasca: um chá feito da decocção do cipó (Mariri ou Jagube) e as folhas de um arbusto típico da Região Amazônica chamada Chacrona ou Rainha. Uma sensação única, específica de cada ser que possui seus conflitos, seus desafios, seu ego, sua consciência e seu inconsciente (o Eu interior, seu espírito, sua alma).

    O contato com o inconsciente é essencial, te empodera de algo imprescindível, a conexão com o Eu superior, a inteligência que tudo sabe, tudo vê, que mostra o que está oculto, a causa dos desequilíbrios atuais, que podem ter sido gerados lá na infância, durante o desenvolvimento fetal ou em qualquer outra etapa da vida. Nada é mais profundo e mais valioso do que você enxergar dentro e sobre si, ampliar sua consciência fora da "matrix", da crença limitante que você apreende enquanto cresce, através da família, escola, sociedade, religião e Estado, que reproduzem suas "formas de pensar" através das suas razões, convicções e interesses, com soberania e irrefutavelmente.

    No entanto, apesar da capacidade e força que a bebida proporciona, um passo à frente no conhecimento interior e superior, com consequente libertação de dificuldades até então incompreensíveis, não se pode utilizar algo tão virtuoso de forma negligente. Trata-se de uma substância capaz de produzir efeitos contrários irreversíveis, que ainda são uma incógnita e insipientes ao ser humano. Destarte, as mesmas portas que se abrem para o bem, podem abrir para o mal, o equilíbrio está na experiência de algo que trás a possibilidade de conhecimento e da continuidade, sabendo discernir e escolher, incorporando e atuando com a responsabilidade que têm sobre si. Os abusos são nocivos, independente da causa.


Este artigo foi desenvolvido com base em conhecimento e experiência própria, além da ciência de outros casos.


Thomaz, Luana Diwie. Florianópolis, 02 de outubro de 2017.

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Comentarios

Lu Diwieth

hace 4 años #1

#1
Honrada. Gracias!!!

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